domingo, 16 de abril de 2017

Se eu fosse um Gigante


Se eu fosse gigante, a minha casa seria Portugal, Lisboa seria a cozinha, com os pestéis de Belém no armário e as letras CCB na porta. O meu quarto seria todo branco, e a minha cama seria o Estádio do Dragão. Faria uma curta  viagem  a Londres para «pedir emprestado» o Big Ben , seria o meu relógio portátil.
Viseu e Aveiro  seriam uma banheira Atlântica com a espuma de neve da Serra da Estrela, daria um bom banho perfumado e relaxante .
Coimbra seria a sala de costura, castelo Branco o jardim.   A casa de banho seria azul , com azulejos cintilantes.
Aí como  eu gostaria de ser gigante.
                                              
                                            Lucas Oliveira, 4.º ano
                                                EB1 de Aguieira


  

O Tesouro do Carlos


          Certo dia, um menino chamado Carlos foi fazer um piquenique com os amigos, como estava entusiasmado, quis ser o primeiro a chegar. Preparou a merenda e partiu.
Quando lá chegou não encontrou ninguém, verificou as horas e chegou à conclusão que ainda era muito cedo; então tentou descobrir um sítio plano para estender a toalha à sombra, pois estava muito calor, mas não encontrou o sítio que procurava, por isso, sentou-se numa anta.
Reparou que aquela anta era diferente das outras e começou a investigar. Havia uma camada de terra mais alta, quando apalpou, a anta abriu-se, então decidiu ver o que esta escondia, de repente, avistou um arca, abriu-a e descobriu um tesouro, que trouxe para fora.
Entretanto os amigos chegaram e o Carlos chamou-os:
            - Venham cá! Venham cá!
            - O que é que foi? Perguntaram os amigos.
            Todos ajudaram a abrir a arca e viram que lá dentro se encontrava dinheiro antigo.
            Repartiram-no por todos e ficaram muito felizes.
                                                 Lara, Rodrigo e Joana
                                                   4.º G – EB1 do Fojo 

Um Tesouro escondido

Um tesouro escondido

            Certo dia, numa noite escura, um explorador encontrou um rio e, para o atravessar pegou num tronco e transformou-o numa ponte.
           Atravessou o rio e continuou a sua jornada. Em seguida, encontrou uma caverna muito estranha e decidiu entrar. Como já era muito, muito tarde, achou melhor acampar na caverna.
            Durante a noite, ouviu uivar e decidiu que na manhã seguinte iria investigar; quando acordou, estava cheio de fome, mas também queria investigar, porque o trabalho sobrepunha--se à fome.
            Seguiu um dos caminhos e encontrou carne crua e comeu-a, mas quando percebeu que aquela carne era de urso, fugiu para a tenda e tropeçou em dois ramos em forma de X; de repente lembrou-se que ali podia existir um tesouro, então, pegou na sua mini pá elétrica e escavou. Para seu espantou, encontrou barras de ouro; no entanto foi sol de pouca dura, pois quando menos esperava, apareceu um urso, ele preferiu fugir e preservar a vida, em vez de ficar rico.

                                          Afonso, Matilde A., Diogo
                                           Turma G – EB1 do  Fojo

          

Um mundo sem cores

Um mundo sem cores

Se eu fosse uma borboleta sem cores num mundo cinzento chamar-me-ia Julieta e teria o corpo preto e branco-acinzentado, estas seriam as minhas únicas cores. Viveria num país sem cor, e muito triste. Obviamente viveria num jardim que se chamaria Tristeza.
Trabalharia todo o dia sem gosto de o fazer, chegaria a casa estafada, cansada e triste por meu mundo ser uma verdadeira tristeza.
Haveria uma fonte mágica onde as borboletas com o nome de uma flor poderiam entrar. Para isso tinham que responder a uma pergunta que era para saber o seu próprio nome. Quem entrasse lá, tinha que passar por um brilho magnífico e reluzente. Então eu entraria na fonte mágica e poderia pedir um desejo, o meu desejo seria que eu levasse felicidade e cor ao meu mundo.
 Assim me fariam a vontade e todos ficariam felizes e o nosso jardim passaria a chamar-se de «O mundo das cores e felicidade».
                                                                   
                                            Inês Chamiço, 4.º ano
                                            EB1 da Lapa do Lobo

Um dia numa ilha deserta


De manhã cedinho, acordo com a forte ondulação que se faz sentir no mar. Desço da casa da árvore por uma escada feita de paus que construí. Aproveito para dar um mergulho nas águas límpidas e quentes da Ilha da Fantasia.
De seguida, assobio ao meu inseparável amigo Diabrete – o macaquito meu companheiro, que me ajuda a recolher fruta dos ramos mais altos das árvores. Comemos bananas, cocos e outras frutas tropicais.
            Para sobreviver, construí uma canoa feita com troncos de árvores e vou para o mar tentar pescar, com a minha cana de pesca feita de pau com a ponta afiada. Apanhei muitas espécies de peixes que darão um saboroso almoço. Fui à floresta com o Diabrete apanhar paus e algumas pedras. Consegui, depois de muitas tentativas, fazer uma grande fogueira para assar os peixes.
- Que refeição deliciosa! – disse eu ao Diabrete.
Ele pareceu entender o meu discurso e até lambeu o focinho em sinal de aprovação.
Ao fim de almoçar, resolvi ir descobrir a ilha onde estava. Vi, perto do mar, muitas conchas variadas, estrelas-do-mar, caranguejos, búzios,…
Mais tarde, nadei um pouco e reparei numa enorme mancha negra, no fundo do mar. Mergulhei, e qual não foi o meu espanto quando vi que era um barco pirata naufragado, bem lá no fundo. Nadei até ele e descobri um baú repleto de ouro e jóias.
- Estou rico! – exclamei eu muito eufórico.
Retirei algumas jóias e regressei a terra onde o Diabrete me esperava muito ansioso. Como recompensa pela longa espera, recebeu um colar de ouro que colocou no pescoço.
Caminho para a casa da árvore e guardo o meu pequeno tesouro numa caixa de madeira, feita por mim, para guardar os meus achados.
Começou a anoitecer e eu desci para ir recolher alguns paus e pedras para acender uma fogueira, para me aquecer e afastar os animais selvagens. Aproveitei e assei o peixe que tinha sobejado do almoço.
Já com os olhos quase fechados e cansado, subo a escada de madeira, acompanhado do meu fiel Diabrete, e deito-me na minha cama observando os pirilampos que não param de piscar, iluminando a noite. Adormeço facilmente, depois de um dia cheio de aventuras.
Jamais esquecerei, por muitos anos que viva, a Ilha da Fantasia!
Texto coletivo
                                     Alunos dos 3.º e 4.º anos 
                                    EB1 de Vale de Madeiros






Carnaval

VIVA O CARNAVAL!

O Carnaval é uma festa que se realiza um pouco por todo o mundo, geralmente, no mês de fevereiro.
         No Carnaval, as pessoas costumam mascarar-se e sair à rua com vários disfarces, como por exemplo: palhaços, princesas, sevilhanas, reis, leões, fadas…
         Em muitas localidades, realizam-se desfiles ou corsos carnavalescos com carros alegóricos que alegram as pessoas com músicas. São momentos de muita diversão e folia! As pessoas atiram confétis e serpentinas para o ar, para os carros e para as pessoas.
         Em Canas de Senhorim há um grande despique entre dois bairros: o “Paço” e o “Rossio”. No despique, os foliões participam com alegria e muita energia!
         A nossa turma vai participar no Carnaval das Escolas do Primeiro Ciclo e dos Jardins-de-Infância. Nós vamos representar a história “Alice no País das Maravilhas”. As meninas vão disfarçadas de Alice e os meninos de Coelho Branco.
         O Carnaval é uma festa com muita animação.
                                            
                                                             Texto coletivo da turma do 2.º C
                                                     Escola Básica da Feira




O Carnaval de Canas de Senhorim

            O Carnaval é uma festa que acontece antes da Quaresma, em que as pessoas se mascaram do que quiserem e fazem desfiles nas ruas.                                                                                                    
            O Carnaval de Canas de Senhorim é aquele que vou ver todos os anos, já tem mais de 400 anos.
            No domingo e na terça-feira de Carnaval o Paço e o Rossio, que são dois bairros daquela vila, dão cor, alegria e muita folia às ruas.
            Este ano gostei mais do Rossio, especialmente dos disfarces de dinossauros e dos arqueiros porque eram muito coloridos. O Paço também não ia nada mal, até porque ia um grupo de mascarados de galo de Barcelos que estavam muito engraçados.
            Na terça-feira de Carnaval e para acabar o dia, os dois bairros encontraram-se nas quatro esquinas da vila para o despique onde cada um deles tenta cantar o mais alto possível para ver quem é o vencedor do Carnaval.
Na quarta-feira para terminar as festividades há a queima do entrudo e a chamada batatada onde toda a população é chamada a comer batatas com bacalhau nas associações de cada um.
                       
                       Afonso de Sá Pina e Valério
                 Turma J  - 3.º Ano Vale de Madeiros