domingo, 16 de abril de 2017

Um Tesouro escondido

Um tesouro escondido

            Certo dia, numa noite escura, um explorador encontrou um rio e, para o atravessar pegou num tronco e transformou-o numa ponte.
           Atravessou o rio e continuou a sua jornada. Em seguida, encontrou uma caverna muito estranha e decidiu entrar. Como já era muito, muito tarde, achou melhor acampar na caverna.
            Durante a noite, ouviu uivar e decidiu que na manhã seguinte iria investigar; quando acordou, estava cheio de fome, mas também queria investigar, porque o trabalho sobrepunha--se à fome.
            Seguiu um dos caminhos e encontrou carne crua e comeu-a, mas quando percebeu que aquela carne era de urso, fugiu para a tenda e tropeçou em dois ramos em forma de X; de repente lembrou-se que ali podia existir um tesouro, então, pegou na sua mini pá elétrica e escavou. Para seu espantou, encontrou barras de ouro; no entanto foi sol de pouca dura, pois quando menos esperava, apareceu um urso, ele preferiu fugir e preservar a vida, em vez de ficar rico.

                                          Afonso, Matilde A., Diogo
                                           Turma G – EB1 do  Fojo

          

Um mundo sem cores

Um mundo sem cores

Se eu fosse uma borboleta sem cores num mundo cinzento chamar-me-ia Julieta e teria o corpo preto e branco-acinzentado, estas seriam as minhas únicas cores. Viveria num país sem cor, e muito triste. Obviamente viveria num jardim que se chamaria Tristeza.
Trabalharia todo o dia sem gosto de o fazer, chegaria a casa estafada, cansada e triste por meu mundo ser uma verdadeira tristeza.
Haveria uma fonte mágica onde as borboletas com o nome de uma flor poderiam entrar. Para isso tinham que responder a uma pergunta que era para saber o seu próprio nome. Quem entrasse lá, tinha que passar por um brilho magnífico e reluzente. Então eu entraria na fonte mágica e poderia pedir um desejo, o meu desejo seria que eu levasse felicidade e cor ao meu mundo.
 Assim me fariam a vontade e todos ficariam felizes e o nosso jardim passaria a chamar-se de «O mundo das cores e felicidade».
                                                                   
                                            Inês Chamiço, 4.º ano
                                            EB1 da Lapa do Lobo

Um dia numa ilha deserta


De manhã cedinho, acordo com a forte ondulação que se faz sentir no mar. Desço da casa da árvore por uma escada feita de paus que construí. Aproveito para dar um mergulho nas águas límpidas e quentes da Ilha da Fantasia.
De seguida, assobio ao meu inseparável amigo Diabrete – o macaquito meu companheiro, que me ajuda a recolher fruta dos ramos mais altos das árvores. Comemos bananas, cocos e outras frutas tropicais.
            Para sobreviver, construí uma canoa feita com troncos de árvores e vou para o mar tentar pescar, com a minha cana de pesca feita de pau com a ponta afiada. Apanhei muitas espécies de peixes que darão um saboroso almoço. Fui à floresta com o Diabrete apanhar paus e algumas pedras. Consegui, depois de muitas tentativas, fazer uma grande fogueira para assar os peixes.
- Que refeição deliciosa! – disse eu ao Diabrete.
Ele pareceu entender o meu discurso e até lambeu o focinho em sinal de aprovação.
Ao fim de almoçar, resolvi ir descobrir a ilha onde estava. Vi, perto do mar, muitas conchas variadas, estrelas-do-mar, caranguejos, búzios,…
Mais tarde, nadei um pouco e reparei numa enorme mancha negra, no fundo do mar. Mergulhei, e qual não foi o meu espanto quando vi que era um barco pirata naufragado, bem lá no fundo. Nadei até ele e descobri um baú repleto de ouro e jóias.
- Estou rico! – exclamei eu muito eufórico.
Retirei algumas jóias e regressei a terra onde o Diabrete me esperava muito ansioso. Como recompensa pela longa espera, recebeu um colar de ouro que colocou no pescoço.
Caminho para a casa da árvore e guardo o meu pequeno tesouro numa caixa de madeira, feita por mim, para guardar os meus achados.
Começou a anoitecer e eu desci para ir recolher alguns paus e pedras para acender uma fogueira, para me aquecer e afastar os animais selvagens. Aproveitei e assei o peixe que tinha sobejado do almoço.
Já com os olhos quase fechados e cansado, subo a escada de madeira, acompanhado do meu fiel Diabrete, e deito-me na minha cama observando os pirilampos que não param de piscar, iluminando a noite. Adormeço facilmente, depois de um dia cheio de aventuras.
Jamais esquecerei, por muitos anos que viva, a Ilha da Fantasia!
Texto coletivo
                                     Alunos dos 3.º e 4.º anos 
                                    EB1 de Vale de Madeiros






Carnaval

VIVA O CARNAVAL!

O Carnaval é uma festa que se realiza um pouco por todo o mundo, geralmente, no mês de fevereiro.
         No Carnaval, as pessoas costumam mascarar-se e sair à rua com vários disfarces, como por exemplo: palhaços, princesas, sevilhanas, reis, leões, fadas…
         Em muitas localidades, realizam-se desfiles ou corsos carnavalescos com carros alegóricos que alegram as pessoas com músicas. São momentos de muita diversão e folia! As pessoas atiram confétis e serpentinas para o ar, para os carros e para as pessoas.
         Em Canas de Senhorim há um grande despique entre dois bairros: o “Paço” e o “Rossio”. No despique, os foliões participam com alegria e muita energia!
         A nossa turma vai participar no Carnaval das Escolas do Primeiro Ciclo e dos Jardins-de-Infância. Nós vamos representar a história “Alice no País das Maravilhas”. As meninas vão disfarçadas de Alice e os meninos de Coelho Branco.
         O Carnaval é uma festa com muita animação.
                                            
                                                             Texto coletivo da turma do 2.º C
                                                     Escola Básica da Feira




O Carnaval de Canas de Senhorim

            O Carnaval é uma festa que acontece antes da Quaresma, em que as pessoas se mascaram do que quiserem e fazem desfiles nas ruas.                                                                                                    
            O Carnaval de Canas de Senhorim é aquele que vou ver todos os anos, já tem mais de 400 anos.
            No domingo e na terça-feira de Carnaval o Paço e o Rossio, que são dois bairros daquela vila, dão cor, alegria e muita folia às ruas.
            Este ano gostei mais do Rossio, especialmente dos disfarces de dinossauros e dos arqueiros porque eram muito coloridos. O Paço também não ia nada mal, até porque ia um grupo de mascarados de galo de Barcelos que estavam muito engraçados.
            Na terça-feira de Carnaval e para acabar o dia, os dois bairros encontraram-se nas quatro esquinas da vila para o despique onde cada um deles tenta cantar o mais alto possível para ver quem é o vencedor do Carnaval.
Na quarta-feira para terminar as festividades há a queima do entrudo e a chamada batatada onde toda a população é chamada a comer batatas com bacalhau nas associações de cada um.
                       
                       Afonso de Sá Pina e Valério
                 Turma J  - 3.º Ano Vale de Madeiros             


domingo, 5 de março de 2017

Carnaval em desenhos animados

Fantasia e cor na aldeia Gaulesa de Aguieira

            No dia 24 de fevereiro, no período da manhã, a folia do Carnaval, das crianças do Agrupamento de Escolas de Canas de Senhorim, desfilou pelas ruas da vila.
            Foi uma manhã esplêndida, com um sol radioso que realçou as cores das fantasias elaboradas nas escolas.
Cada turma recriou as personagens alusivas aos desenhos animados, tais como: Astérix e Obélix; Branca de Neve e os sete anões; Capuchinho Vermelho; Irmãos Metralha; Smurfs; Alice no País das Maravilhas; Mickey e Minnie; Heidi e Pedro e, por fim, Sítio do Pica-Pau Amarelo.
            A nossa turma foi mascarada de acordo com as personagens da aldeia Gaulesa dos magníficos e valentes guerreiros Astérix e Obélix.
            O Cacofonix nem se atreveu a cantar, o druída não fez mais poção mágica, o chefe da aldeia não teve medo que o céu lhe caísse em cima da cabeça.
            As mulheres gaulesas acompanharam alegremente os seus belos companheiros.
            Foi uma manhã divertida e bem passada.
            Até ao próximo ano!
                                                                                              
                                      Turma A - Aguieira




sábado, 11 de fevereiro de 2017

Escrita Criativa - História de Portugal

    Pedro Álvares Cabral
Em 1500, um grande marinheiro,
Enfrentando mares bravos,
Chegou a um novo país inteiro.
E, com orgulho no coração,
Voltou para a nação,
Para contar a novidade
Ao rei, sucessor de D. João.

O Brasil era de Portugal,
Éramos reis da navegação
E, graças ao Pedro Álvares Cabral,
Demos a um novo país, uma direção.

                     Lucas F. Oliveira

              4.º ano – EB1 de Aguieira